NOTÍCIAS


BOLSA SARA PERALTA ANTUNES para o Estudo do Yoga e Meditação ♥
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Apresentação e Lançamento da Bolsa na Escola Sunshine Yoga em Lisboa, no dia 23 de Dezembro das 19h00 às 20h00, em e por Amor tod@s são Bem Vind@s ♥

Será também a minha forma de celebrar o dia de nascimento da minha Irmã, a sua Vida, Memória e Legado de Amor e União ♥

Programa:
- Apresentação da Bolsa Sara Peralta Antunes
- Kirtan com Eugénia Palma
- Meditação

As candidaturas abrirão oficialmente nesse dia, regulamento e ficha de inscrição estarão disponíveis em: www.avipg.org


Regulamento

Ficha de Inscrição


Ato eleitoral dos órgãos sociais da AVIPG, direção, mesa da assembleia e fiscal único
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No próximo dia 14 de dezembro de 2019, decorrerá nas instalações da AVIPG, R. da Escola, n.40, Figueira, 3270-021 Graça das 14h00 às 16h00, o ato eleitoral dos órgãos sociais da AVIPG, direção, mesa da assembleia e fiscal único.

O período para início e fim de campanha eleitoral, será de 28 de novembro a 12 de dezembro de 2019.


Bolsas de estudo em CIÊNCIAS E GESTÃO DAS FLORESTAS, CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TURISMO EM ESPAÇOS RURAIS E NATURAIS
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Para efeitos de conhecimento público, informa-se que a Direção de Gestão do Fundo da Bolsa de Estudo em Ciência e Gestão das Florestas, Ciências Agrárias e Turismo em espaços rurais e naturais, atribuiu seis bolsas de estudo a estudantes naturais dos municípios abrangidos pelo incêndio de Pedrógão Grande. A concessão de bolsas de estudo visa ajudar, direta e indiretamente, os que carregam o legado imaterial da tragédia, ajudar a redescobrir razões de esperança, antever diferentes horizontes e oportunidades, abrir novas perspetivas, olhar em frente. O Fundo da Bolsa de Estudo em Ciência e Gestão das Florestas, Ciências Agrárias e Turismo em espaços rurais e naturais tem origem em vários donativos designados para este fim específico, de empresas e privados.

Sendo assim, a referida Direção, formada por Nuno Dinis (Presidente da Mesa da Assembleia Geral da AVIPG), Luís Conceição (Vogal da Direção da AVIPG) e João Marques (Diretor da ETPZP-Escola Tecnológica e Profissional da Zona do Pinhal) analisaram as sete candidaturas apresentadas e, de acordo com o estabelecido no regulamento previamente aprovado, atribuíram seis bolsas de estudo respetivamente a:

Candidato 1 – 215,16€ (duzentos e quinze euros e dezasseis cêntimos);
Candidato 2 – 215,16€ (duzentos e quinze euros e dezasseis cêntimos);
Candidato 3 - 220,40€ (duzentos e vinte euros e quarenta cêntimos);
Candidato 4 - 137,77€ (cento e trinta e sete euros e setenta e sete cêntimos);
Candidato 5 – 215,16€ (duzentos e quinze euros e dezasseis cêntimos);
Candidato 6 – 215,16€ (duzentos e quinze euros e dezasseis cêntimos);


O valor atribuído a cada bolseiro será transferido mensalmente, pelo período de nove meses e mediante comprovativo de bom aproveitamento.

Júri da Direção do Fundo de Bolsas


Candidaturas para bolsas de estudo em CIÊNCIAS E GESTÃO DAS FLORESTAS, CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TURISMO EM ESPAÇOS RURAIS E NATURAIS
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AVIPG-Associação de Vítimas do Incêndio de Pedógão Grande, torna público que estão abertas as candidaturas para bolsas de estudo em CIÊNCIAS E GESTÃO DAS FLORESTAS, CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TURISMO EM ESPAÇOS RURAIS E NATURAIS”, de 16 de setembro a 14 de outubro.


Ficha de Inscrição

Regulamento


O projeto House-Refuge / SafeHouse foi aprovado para financiamento pelo FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
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Instituição Proponente:
- Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial (ADAI)

Instituições Participantes:
- AVIPG - Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG)
- Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção (ITeCons)
- Universidade de Coimbra (UC)

Unidades de Investigação:
- Associação para o Desenvolvimento da Aerodinâmica Industrial (ADAI)

Unidade de Investigação Adicional:
- Laboratório Associado de Energia, Transportes e Aeronáutica (LAETA)

Descritivo:
Os grandes incêndios registados em 2017 em Portugal evidenciaram várias necessidades que vinham a ser discutidas:
- a população deve dotar-se de medidas de autoproteção porque, em cenários de catástrofe, os meios de proteção civil poderão não ter capacidade de resposta
- embora tipicamente de materiais combustíveis, as construções em Portugal apresentam aspetos de vulnerabilidades corrigíveis;
- em situação de incêndio rural, desde que bem concebida e mantida, uma casa tradicional pode ser um bom local de refúgio, individual ou de grupo.

A disposição normativa que obriga a uma gestão de combustíveis na envolvente até 50m (habitações) ou 100m (comunidades) carece de sustentação científica, visto que em determinados cenários, estas distâncias poderão ser exageradas, e noutros casos poderão ser insuficientes (e.g. localizações em desfiladeiro). A representação desta área em círculo nem sempre é adequada, fazendo muitas vezes mais sentido outras configurações (e.g., uma elipse quando uma casa ou aglomerada se encontram numa encosta). Pretende-se neste projeto criar um modelo que, com base no comportamento expectável do fogo, em função da meteorologia típica e topografia, se possa determinar a área de gestão de combustíveis que melhor se adequa a cada local.

Nestes estudos, será igualmente considerada a possibilidade do uso de tecnologias ativas (e.g. sistemas de aspersão) que permitam mitigar o risco de incêndio quando as medidas passivas são insuficientes ou difíceis de cumprir por questões de urbanização, valor ecológico, etc.

São vários os projetos de investigação que se dedicam ao risco de incêndio nas habitações ou à propagação do fogo na área envolvente da construção, no entanto, os desenvolvimentos científicos que combinam estas duas componentes são bastante pobres.

Nesta perspetiva, o Projeto “House-Refuge” pretende criar diretrizes para a construção de edifícios tendo em vista a mitigação do risco de incêndio rural, combinando as duas componentes do sistema – construção e área envolvente.

Assim, ao nível da envolvente serão definidas características de forma a impedir que o incêndio florestal atinja as habitações. Estas caraterísticas podem passar pela definição de faixas de descontinuidade de combustível e construção de barreiras que impeçam a propagação do incêndio, entre outras soluções. Ao nível da construção propriamente dita, serão estudadas as melhores soluções construtivas que evitem a ignição e o desenvolvimento do incêndio após atingir o edifício (e.g. materiais usados, soluções arquitetónicas e de engenharia civil, etc.)

A tradução deste tipo de medidas em obrigações jurídicas para os cidadãos nem sempre é fácil porque a simples definição de regras de conduta é por vezes mal compreendida, aceite ou cumprida pela população. Por isso, o House-Refuge prevê uma análise metodológica de âmbito jurídico, aumentando assim a probabilidade que as medidas propostas não sejam de mero caráter teórico, mas possam ter uma aplicação prática efetiva.

Considera-se que o setor dos seguros poderá ser uma solução deste problema se o risco de incêndio na IUF passar a ser evidente na equação de determinação de atribuição do prémio anual de seguro de edifícios em zonas de maior risco.
Considerando a dinâmica do risco (e.g. crescimento da vegetação na envolvente) e a periodicidade da determinação do prémio de seguro, o que implicaria uma fiscalização periódica que pode ser dispendiosa, irá ser desenvolvido um procedimento baseado na prova documental.

Consequentemente, será desenvolvido um modelo que permitirá avaliar o risco de incêndio numa construção considerando os seguintes fatores:
1) aspetos construtivos;
2) características da envolvente (combustíveis, topografia, normais climatológicas, etc.);
e
3) existência de medidas ativas de autoproteção da habitação. Uma vez mais, será feita uma análise jurídico-política tendo em vista a efetiva implementação deste modelo.

O projeto prevê ainda a implementação das medidas propostas em vários edifícios em construção, muitos deles ainda no seguimento dos incêndios de 2017, configurando-se como projetos piloto.

Assim, considerou-se que o projeto se reveste de 4 valências fundamentais:
1) incêndios na IUF, área que será liderada pela ADAI, cuja experiência de investigação em incêndios rurais é nacional e internacionalmente reconhecida;
2) aspetos construtivos, área quem será liderada pelo ITeCons que tem igualmente uma vasta e reconhecida experiência neste campo;
3) aspetos jurídico-políticos e do âmbito dos seguros, que será assegurado pelo Instituto Jurídico da UC, através de uma equipa que versa várias áreas disciplinares;
e
4) a proximidade com os cidadãos e projetos de construção, liderada pela AVIPG, que tem liderado um projeto social que pretende apoiar as vítimas de incêndio na reconstrução de habitações e na criação de abrigos coletivos.


Hiperligações:
ADAI: https://www.adai.pt/site/?module=site&target=home
AVIPG: http://avipg.org/
ITECONS: https://www.itecons.uc.pt/
LAETA: http://www.idmec.ist.utl.pt/laeta/


Souto de Moura apresenta em Assembleia Geral da AVIPG o projeto de Memorial
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A iniciativa partiu da Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG) e coube ao arquiteto Eduardo Souto de Moura dar forma à perda. O Governo assumiu o financiamento e depois foi uma questão de unir esforços para construir o memorial.

“Será o Estado a erguê-lo, tomando em atenção o conceito e a sensibilidade das vítimas. Houve comunhão de vontades e cedências de parte a parte para que fosse possível, digno e memorável”, afirma Nádia Piazza, presidente da associação. E completa: “O arquiteto foi de uma delicadeza e respeito enormes para connosco. Percebeu o conceito e corporizou em desenho o território. Foi um desenhador de paisagem. Não se tratava de uma estátua ou um edifício, mas de modelar terra e água. No fundo, fazer de Deus.”

O local é simbólico e resultou de um pedido expresso dos familiares das vítimas.

“Pedrógão, e mais precisamente a EN 236-1, é o local mais apropriado para erguer um memorial nacional”, explica Piazza. O lago ficará entre o troço onde morreram 47 pessoas em fuga do fogo e a curva onde uma corporação de bombeiros sofreu um acidente, de que resultou um morto.

O processo tem sido muito aberto e Souto de Moura sempre deixou claro que caso nenhuma das suas hipóteses obtivesse aprovação, todos estariam à vontade para encontrar outras soluções. Mas numa reunião no passado sábado, a proposta foi aceite. “A solução é, para mim, a definitiva”, esclarece enquanto recorda também ter morrido nos incêndios uma arquiteta do ateliê com o qual trabalha em Lisboa.

Melhoria da Segurança Rodoviária

18 de fevereiro de 2019
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Na sequência do pedido dirigido pela AVIPG-Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande ao Governo no sentido de se proceder a melhoria da Segurança Rodoviária e a Requalificação Paisagística do troço da EN-236.1, no troço onde faleceram 47 pessoas e muitas ficaram feridas, deram início as obras junto do nó da Barraca da Boavista, no passado dia 11 de fevereiro de 2019 Nó da Barraca.

A Exposição "Memorial Artístico" da AVIPG estará patente em Município de Penela de 20 janeiro a 8 de abril

18 de fevereiro de 2019
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Abrigo Coletivo em Ferraria de São João

27 de outubro de 2018
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No dia 24 pelas 18h00 nas Ferrarias de S João (sede dos Amigos das Ferrarias), juntamente com a comunidade local, a equipa do Atelier Boavista, o representante do mecenas Jorge Mendes, a equipa do Prof. Xavier Viegas (ADAI) e da LAETA, bem como o presidente da Câmara Municipal de Penela, foi apresentado àquela comunidade local, em primeira mão, uma apresentação digital (fotomontagem) do Abrigo Coletivo.

Trata-se do projeto piloto,"Abrigo Coletivo", cujo objetivo é instalar abrigos coletivos em Aldeias do projeto"Aldeias Resilientes" que encontrou no mecenas acolhimento, e reuniu os seus parceiros para a concepção do mesmo.

Investigadores internacionais trocam experiências com a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande

16 de outubro de 2018
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No dia 17 de outubro os membros do projeto europeu RiskAquaSoil irão deslocar-se a Pedrógão Grande, uma das áreas afetadas pelos incêndios florestais de 2017, para se encontrarem com a Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande. A reunião irá servir para a troca de experiências sobre os impactes que as alterações climáticas tiveram nos incêndios do ano passado, e no modo como as comunidades locais se podem tornar mais resilientes às alterações climáticas.
O projeto europeu RiskAquaSoil: Plano Atlântico de Gestão de Riscos no Solo e na Água, cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através Programa de cooperação INTERREG Espaço Atlântico, com a referência EAPA_272/2016, foi iniciado em 2016 e tem como objetivo central a deteção dos impactos das alterações climáticas nos espaços rurais, contribuindo para a gestão do risco, o uso dos recursos hídricos e do solo, a reabilitação de áreas agrícolas e o desenvolvimento de novas práticas.
O RiskAquaSoil reúne cerca de quatro dezenas de investigadores de Espanha, França, Irlanda, Portugal e Reino Unido. A equipa portuguesa, liderada por Alexandre Tavares, envolve docentes e investigadores do Centro de Estudos Sociais (CES), das Faculdades de Ciências e Tecnologia (FCTUC) e de Economia (FEUC) da Universidade de Coimbra (UC) e da Universidade do Algarve.
Os parceiros do projeto irão combater os efeitos adversos das mudanças climáticas, especialmente nas áreas agrícolas, considerando três objetivos específicos: aviso precoce e diagnóstico – testando novas tecnologias remotas low-cost para medir e prever os impactos locais; implementação e adaptação, realizando ações piloto com comunidades dos espaços rurais para uma melhor gestão do solo e da água, tendo em conta os riscos associados às alterações climáticas; capacitação e difusão, através de formação e compromisso das comunidades locais e agricultores para um aumento da capacitação e informação para a gestão do risco e dos sistemas de compensação de danos.
Os primeiros resultados globais do RiskAquaSoil estão a ser apresentados e discutidos na conferência “Alterações Climáticas: Resiliência Local e Cenários Globais”, que se realiza hoje no dia 16 de outubro, na Plataforma das Artes e Criatividade Black Box, em Guimarães.

Exposição Memorial Artístico patente em Figueiró dos Vinhos

12 de setembro de 2018
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A exposição de pintura e escultura "Memorial Artístico - Memorial às Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande" vai estar patente ao público no Museu e Centro de Artes de Figueiró dos Vinhos, do dia 13 de setembro até o dia 9 de outubro.
A abertura da exposição dar-se-á às 16h00 do dia 13 de setembro.

Sessão Solene em Homenagem às Vítimas dos Incêndio de Pedrógão Grande

17 de junho de 2018
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Que Portugal não se esqueça dos que se foram em 2017 para que mais nenhuma vida se perca por causa de incêndios florestais.

Balanço da ajuda do Fundo de Apoio às Populações e à Revitalização das Áreas Afetadas pelos Incêndios

16 de junho de 2018
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Decorreu hoje na sede da AVIPG o balanço dos apoios prestados pelo Fundo de Apoio às Populações e à Revitalização das Áreas Afetadas pelos Incêndios, bem como a apresentação dos projetos para a construção de um futuro mais sustentável.

AVIPG NA IMPRENSA


Acompanhe as mais recentes novidades sobre as acções e projectos da Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande na imprensa.

VÍDEOS


Como semear uma colmeia?

Dirigido por Tiago Moura, 2017, Pedrógão Grande

O filme conta a história da reedificação da antiga escola primária da pequena aldeia de Figueira (Pedrógão Grande, Leiria), e de como foi transformada na sede da Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão Grande (AVIPG). Coordenada pelo Colectivo Warehouse, esta regeneração é um exemplo de como um processo participativo de reconstrução se pode tornar num ponto de partida.